• Apresentação
• Ações pela paz
• Veja quem já tem caminhada pela paz
• Primeiro contato do movpaz feira em londrina - reportagem erika da folha
MovPaz - Movimento Internacional Pela Paz e Não-Violência
Projeto pela Paz e Não-Violência
Apresentação
Constam deste Projeto ações práticas para a construção de uma Cultura de Paz na sociedade brasileira. Precisamos
desenrolar os emaranhados das fontes geradoras de violência, a fim de sabermos como despertar as fontes geradoras da
paz. Quais as causas dos fenômenos de violência que não param de crescer? Como o homem pode ir tão longe, a ponto de
colocar em risco sua própria sobrevivência e a do planeta em que vive?
Ao longo da história, um verdadeiro império de violências se organizou no mundo dos homens, a ponto de colocar em risco
nossa sobrevivência neste planeta. Embora reconheçamos o esforço de muitos pacifistas que nos deixaram expressivo
legado para a construção da paz, essa realização é ainda um sonho, que precisamos e podemos transformar em realidade.
Por isso nasceu o PROJETO PELA PAZ E NÃO VIOLÊNCIA. A idéia é unir esforços de vários segmentos que, isoladamente,
vêm buscando essa realização, para implantar em nossa sociedade a Cultura de Paz, empreendendo ações práticas que
venham a permitir a concretização desse ideal.
Objetivos
Objetivo geral:
Objetivos específicos:
Justificativa
O mundo paga um preço muito alto por ausência de paz. Em toda a história da vida humana neste planeta – mais de dois
milhões de anos – jamais conseguimos viver uma só hora de PAZ na face da Terra. Podemos somar, ao final do século XX,
mais de quinze mil guerras perpetradas por todos os povos. O século XX foi o que mais matou seres humanos, a maioria
civis inocentes. As principais nações da Terra armaram-se com ogivas nucleares, armas químicas e biológicas, projetando a
indústria bélica como a maior potência econômica do mundo. Ainda hoje, segundo dados da UNESCO, existem sessenta e
oito focos de guerras ativos sobre o planeta. Os gastos efetuados para a manutenção desses conflitos seria suficiente para
erradicar a fome e a miséria de nosso planeta em, pelo menos, dez vezes.
Alcançamos elevados níveis de progresso tecnológico, conquistamos o espaço e povoamos a Terra com seis bilhões de
habitantes, contudo dois bilhões e seiscentos milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza. Quinze milhões
morrem de fome anualmente, inclusive crianças indefesas. Quinhentos milhões são subnutridas. Esse quadro mostra a
ausência de PAZ SOCIAL.
Destruímos florestas, extinguimos diversas espécies vegetais e animais, secamos rios e lagos, abrimos a camada de
ozônio, depositamos na atmosfera anualmente seis bilhões de toneladas de dióxido de carbono e de outros gases que
provocam o "efeito estufa". Esses gases levarão pelo menos setenta anos para se dissiparem na atmosfera, eles provocam
alterações climáticas de conseqüências imprevisíveis para a coletividade humana. Esse é o espelho em que se reflete a
ausência de PAZ AMBIENTAL.
Há muitas crises e medos a nossa volta. Assistimos, dia a dia, a ascensão da violência na cidade ou no campo: a expansão
do crime organizado e do narcotráfico; a prostituição infanto-juvenil; a legalização da prática criminosa do aborto; assaltos;
assassinatos; seqüestros. A maioria das pessoas não se dá conta de que também é responsável pelo que acontece. É na
omissão dos bons que os maus prosperam, gerando a intranqüilidade e a ausência de PAZ INTERIOR.
Foi o desejo de mudar essa realidade que fez com que pessoas se unissem, para criar o "MOVIMENTO PELA PAZ E NÃO
VIOLÊNCIA". A idéia nasceu em Feira de Santana, em 1992. A "Caminhada pela Paz" tornou-se um dos maiores eventos do
Nordeste brasileiro e o Projeto caminha para o reconhecimento nacional e internacional, espalhando-se por outras cidades.
As lideranças desse Projeto acreditam que a implantação da PAZ será uma construção da sociedade civil organizada. Cabe
às instituições governamentais e aos políticos a tarefa de evitar conflitos e combater a violência e compete aos educadores, artistas, lideranças
comunitárias, líderes religiosos, instituições de classe, empresas, os que promovem a cultura de uma forma geral e os que
compõem a sociedade civil, unirem-se para a construção da PAZ, trabalhando em três níveis: PAZ SOCIAL, PAZ AMBIENTAL
E PAZ INTERIOR.
PROJETO PAZ PELA PAZ E NÃO – VIOLÊNCIA
AÇÕES PELA PAZ
1º - Seminário Paz Pela Paz e Não-Violência.
Representa o primeiro passo para a implantação do MOVPAZ nas cidades brasileiras. Tem a finalidade de produzir uma
sensibilização da coletividade local sobre a importância do estabelecimento da Cultura de Paz. A partir do Seminário se
institui um núcleo de base que tomará conta das próximas ações.
2º - Conferência Pela Paz
É o segundo passo, que se constitui em um evento mais amplo, tendo como objetivo estabelecer a implantação e a oficialização do Movimento na cidade.
Para Conferência se convoca as lideranças da cidade, nos seus diversos segmentos; instituições civis, governamentais, de
classe, instituições religiosas, clubes de serviços, dentre outros.
3º - Formação do Comitê pela Paz e Não-Violência.
Este comitê deverá ser formado pelos diversos membros da sociedade civil organizada que se fizerem voluntários da Paz.
Constituído de personalidades de reconhecimento e lideranças. Os seus participantes deverão manter a identidade e
unidade de princípios que norteiam as ações contidas nesse projeto.
4º - Lei do Dia Municipal da Paz.
Tem como finalidade oficializar e dar cidadania a um dia comemorativo pela Paz em cada cidade. Deverá ser escolhido
criteriosamente, para que não conflite com festejos populares da localidade.
5º - Atos da Paz.
Compete ao MOVPAZ sensibilizar e comprometer os mais importantes segmentos organizados da cidade a assumirem os
atos de Paz, que poderão ocorrer durante todo o ano, até o Dia Municipal da Paz .
6º - A Paz nas Escolas – Concurso de construção de texto.
Contemplando com premiações os melhores textos classificados, consiste em preparar as escolas da cidade para a
introdução do estudo da Paz. Tem como objetivo provocar entre alunos, professores, pais e a comunidade em geral,
reflexões sobre a importância da Paz nos dias atuais. Os cem melhores textos classificados resultará em publicação de
livros.
7º - Implantação do Estudo da Paz nas Escolas. "Projeto Lei".
A partir desse passo inaugura-se a proposta de inclusão do tema da paz, como conteúdo transversal em todas as disciplinas
do currículo pedagógico de todas as escolas do Brasil. Essa iniciativa também deverá ser oficializada através de Projeto Lei
inicialmente aprovado pala câmara municipal de cada cidade, afim de que o estudo da Paz nas escoas não seja uma
realização temporária de um governo e sim uma ação permanente que possa contribuir para a construção e implantação de
uma pedagogia pela Paz em nosso país e no mundo.
8º - Seminário "Ensinando a ensinar a Paz".
Direciona-se aos educadores das escolas. Trata-se de uma abordagem transdisciplinar, que ao mesmo tempo em que
capacita o professor a trabalhar com essa temática, o qualifica a ser um multiplicador, para que o mesmo possa "ensinar a
ensinar a Paz".
9º - Construção da Casa da Paz.
A Casa da Paz se constituirá no mais completo memorial sobre assuntos de Paz nas Américas. Trata-se de um grande
centro de informações, contendo expressivo banco de dados, que sustentará todo o MOVPAZ, sendo público o seu acesso.
Funcionará, também, como sede e escritório do MOVPAZ, em cada cidade.
10º - Campanha do Desarmamento.
O MOVPAZ em parceria com o Ministério da justiça e da Defesa, durante as três semanas que antecedem as caminhadas,
solicitará do exército local, que proceder a arrecadação de armas da nossa comunidade civil, sob slogan " entregue suas
armas e siga em paz ". O MOPVPAZ, também, se mobilizará para influenciar na aprovação do Projeto Lei em favor do
desarmamento do Brasil que tramita em Brasília.
11º - Implantação da Caminhada pela Paz
A Caminhada Pela Paz é um evento civil, includente, amplo, geral e também ecumênico, sem tendências religiosas,
políticas, sindicais ou partidárias. Deve convocar as consciências e congregar as diferenças ideológicas, religiosas e
culturais em favor da Paz, promovendo a exposição dos indivíduos em busca de um melhor convívio.
12º - Lançamento e divulgação da música Tema do MOVPAZ.
É uma canção de autoria do compositor Nando Cordel, cuja letra reúne o nosso slogan " A Paz do Mundo Começa em mim " e no refrão a nossa marca "
Paz Pela Paz ". A divulgação desta música terá de ser um constante nas Caminhadas.
13º - Produção de CDs pela Paz , com músicas exclusivas.
Estes CDs terão de ser produzidos com o envolvimentos de cantores e compositores da MPB, a exemplo de Geraldo
Azevedo e Nando Cordel, que já compuseram músicas exclusivamente para o MOVPAZ.
14º - Lançamentos e divulgação de Livros.
A semelhança do livro " Construindo a Paz " outros serão publicados, divulgando conhecimentos sobre Paz Social, Paz
Ambiental e Paz Interior, buscando ampliar horizontes de percepção do leitor, compreendendo que a Paz é necessidade
primordial e imprecidível para as coletividades humanas.
15º - Produção e divulgação de vídeos e documentários sobre a Paz.
São documentários que tragam em seus conteúdos, contribuições em favor da Paz Ambiental, Paz Social e Paz Interior.
16º - Construção do Monumento da Paz.
O MOVPAZ, convocará os artistas plásticos, arquitetos e engenheiros da cidade, que juntamente com a Prefeitura Municipal,
e outros, efetuarão a construção de relevante Monumento pela Paz a ser edificado em espaço da cidade.
17º - Construção da Praça da Paz.
Construir espaço público ( praça ) nas cidades onde o MOVPAZ esteja implantado, onde deverão ser realizados atos de Paz.
18º - Criação e Produção de Clipes pela Paz para TV.
Essa ação de comunicação pela Paz, reunirá na TV, rostos de importantes personalidades do nosso país, contracenando
com crianças, artistas e pessoas do povo, que aparecerão no vídeo pedindo " Paz."
19º - Produção de CD’s contendo mensagens de grandes pacifistas.
Textos e discursos proferidos por Gandhi, Tereza de Calcutá, Luther King, Dalai Lama, dentre outros, serão narrados por
interpretes de vozes famosas.
20º - Construção de Museus da Paz.
Onde o MOVPAZ já estiver implantado ,deverão ser construídos Museus da Paz, contendo, entre outras coisas, a memória
dos mais importantes pacifistas do mundo, bem como documentos de informações históricas que contribuíram e vêm
contribuindo para a implantação da Paz no planeta. Nas principais cidades existem apenas museus de armar e guerras,
ainda não se tem notícias de museus pela Paz.
21º - Multiplicação do MOVPAZ.
Esta ação consiste em orientar e ajudar as pessoas interessadas em implantar o MOVPAZ em suas cidades, ou seja, ensinar
as 21 ações em favor da Paz.
VEJA QUEM JÁ TEM CAMINHADA PELA PAZ
MOVPAZ
http://www.gd.com.br/caminhadapelapaz/
Somos pessoas da sociedade civil motivadas para a construção de uma cultura de paz. Formamos a Organização Não
Governamental (ONG) Movimento pela Paz e Não-Violência (MOVPAZ) em Feira de Santana Bahia.
Dados do Movimento:
Nome: Movimento Internacional Paz pela Paz e Não-Violência - MOVPAZ
Endereço: Rua dos Pacifistas, 05 - Feira de Santana na Bahia.
e-Mail: pazpelapaz@ig.com.br
Telefone: ( 75) 9129-2270
Música que se tornou um hino no Nosdeste Brasileiro
Paz pela Paz
(Nando Cordel)
A paz do mundo
Começa em mim
Se eu tenho amor,
Com certeza sou feliz
Se eu faço o bem ao meu irmão,
Tenho a grandeza dentro do meu coração
Chegou a hora da gente construir a paz
Ninguém suporta mais o desamor
Paz pela paz - pela criança
Paz pela paz - pela floresta
Paz pela paz - pela coragem de mudar.
Paz pela paz - pela justiça
Paz pela paz - a liberdade
Paz pela paz - pela beleza de te amar.
(repetir a 1ª estrofe)
Paz pela paz - pro mundo novo
Paz pela paz - a esperança
Paz pela paz - pela coragem de mudar.
Paz pela paz - pela justiça
Paz pela paz - a liberdade
Paz pela paz - pela beleza de te amar.
PAZEANDO
Merlânio Maia
Existe um verbo tão belo, |
E ao chegar no plural |


Primeiro contato do movpaz feira em londrina
Reportagem Local
Érika Pelegrino
Folha de Londrina em 11 de junho de 2002
Folha cidadania caderno 2
Paz e amor:
ONG questiona o ensino da história das guerras que não menciona o pacifistas
Clóvis Nunes: MovPaz quer a paz no currículo
A paz na sala de aula
Com a pedagogia da paz, implantada em alguns municípios no País, já se nota redução da violência nas escolas
Paz também se ensina. Ensinar a paz nas salas de aula é o desafio proposto pela Organização Não-Governamental MovPaz
(Movimento Internacional pela Paz e Não-Violência), criada por Clóvis Nunes em Feira de Santana (BA). Esta cidade e
outras cinco Œ Cabrália (BA), Viçosa e Ponte Nova (MG), Vitória (ES) e Recife (PE) Œ implantaram a pedagogia pela paz
nas escolas públicas. O estudo do tema é lei municipal nessas cidades.
A experiência tem quase três anos e alguns resultados já podem ser observados, segundo o presidente da ONG, Clóvis
Nunes, que esteve em Londrina a convite das secretarias de Educação e Cultura e da ONG Semente da Paz, para falar
sobre o trabalho.
Os números não são precisos, mas, segundo Nunes, nota-se redução no índice de repetência e de depredações das escolas,
além de diminuição na criminalidade praticada por adolescentes. A inclusão do estudo da paz nas salas de aula é apenas
uma, das 21 metas do projeto Paz pela Paz, criado pela MovPaz, que tem como objetivo substituir a médio e longo prazo a
cultura da violência pela cultura da paz.
Hoje são quase 500 mil jovens, da alfabetização ao 3º colegial, que têm o tema da paz incluído no currículo pedagógico
como conteúdo transversal. Isso implica na agregação de valores humanos nas disciplinas. Nunes explica, por exemplo, que
os alunos aprendem tudo sobre as guerras e seus heróis assassinos (Duque de Caxias, Mem de Sá e outros). Mas os
currículos nada trazem sobre os acordos de paz e os pacifistas da história.
Ele afirma que os jovens não conhecem a história de homens e mulheres como Luther King, Mahatma Gandhi, Chico
Mendes, Dom Hélder, Madre Teresa de Calcutá. Como eles agiam, como pensavam. ``De Albert Einstein, os jovens sabem
apenas que foi autor da teoria da relatividade. Não sabem que foi um grande pacifista, que lutou contra as bombas''.
O estudo da paz entra de forma subliminar nas disciplinas. ``Na aula de inglês, por exemplo. Tem que traduzir um texto,
traduza um texto de Luther King e não uma música de rock'', exemplifica. A meta da ONG para iniciar o estudo da paz nas
escolas é a realização de um concurso de construção de texto com o tema da paz.
A ONG passa uma bibliografia para os estudantes com 16 livros, seis vídeos e cinco CDs contendo histórias de grandes
pacifistas, numa linguagem sociológica da paz e com dados sobre os custos da violência, a economia armamentista das
grandes potências, o lixo bélico e outros.
Os vencedores são premiados com computador e passagem para Paris para conhecer a Unesco. Os 100 melhores textos
serão transformados em livro didático. ``Os estudantes estudam o conteúdo da paz de alunos de outras regiões''. A
implantação se dá em parceria com a Secretaria de Educação local, que recebe toda a orientação da ONG.
Espera-se que, ao final de 2005, 80% das escolas (públicas e particulares) de nove cidades tenham implantado o estudo da
paz como conteúdo transversal das disciplinas no currículo pedagógico. Outra expectativa é alcançar outras escolas da
Bahia e do Brasil.
Ensinar os educadores a ensinar a paz é outra meta que consolida a pedagogia pela paz. Ela será implantada pela primeira
vez no próximo semestre em Feira de Santana, durante o seminário ``Ensinando a Ensinar a Paz''. A finalidade é preparar
o educador para que o estudo da paz nas escolas não ocorra de maneira improvisada e superficial, ainda mais que se
tornará lei municipal para as escolas.
Em julho, Clóvis Nunes irá ministrar curso de capacitação sobre o tema para professores das escolas públicas de Londrina.
Saiba porque a paz passa pelo viés econômico
Fonte: ONG MovPAZ
Não-violência
Neologismo Œ não deve ser confundido com contra-violência; é a não-obediência pacífica. É uma atitude pacifista que
norteou o imaginário de Mahatma Gandhi. Você não reage, entretanto você não obedece. A ação é uma não-reação
(não-concordo, não-obedeço, mas não reajo com violência).
Se fundamenta na brandura, na compaixão e na capacidade de matar no inimigo o desejo de matar. A não-violência é uma
atitude corajosa.
ONG vai apresentar proposta ao MEC
O Movimento Internacional Pela Paz e Não-Violência deverá apresentar ao Ministério da Educação e Cultura (MEC) a
proposta para inclusão do ensino da paz nas escolas. Nas cidades onde o Movimento atua, isso já está se tornando
realidade.
A coordenação central do Movimento se encarrega das orientações necessárias para estabelecer a parceria com as
secretarias de Educação de cada município. Essa iniciativa deve ser oficializada através de projeto de lei aprovado pela
Câmara Municipal, a fim de que esse estudo nas escolas não seja temporário e sim per manente.
A ONG MovPaz foi criada por Clóvis Nunes, em 1991, quando organizou a primeira ``Caminhada pela Paz'', com a
participação de mil pessoas em Feira de Santana (BA). Hoje 200 mil pessoas participam da caminhada. Outros oito estados
brasileiros, sendo 17 cidades, já aderiram à Caminhada e decretaram o Dia Municipal da Paz.
Entre as várias ações do movimento, há a pedagogia pela paz, a criação do Museu da Paz, a Casa da Paz e o projeto do
desarmamento que já foi aprovado em primeira discussão no Congresso Nacional. ``A proposta é o governo comprar as
armas dos cidadãos. O governo já percebeu que isto é mais barato do que combater a violência'', afirma Nunes.
Essas ações trabalham a paz em três âmbitos: social, ambiental e interno. Segundo Nunes, em Feira de Santana já é
possível ver resultados do trabalho. "De cada 100 mil habitantes, entre 12 e 14 morriam assassinados. Hoje esse número
caiu para dois.''
A proposta não é combater a violência, mas ter uma reação pacífica, que a ONG batizou de não-violência. Nunes explica
que a paz hoje passa pelo viés econômico e é uma questão de sobrevivência do planeta.
Segundo ele, dados do Instituto de Estatísticas de Londres mostram que, se o Planeta ficasse 72 horas em paz, seriam
economizados US$ 1 trilhão. "Hoje vivemos a cultura da violência e é preciso colocar em movimento uma cultura de paz''.